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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


A VIDA DA FAMÍLIA DE ATLETA, POR LUCINÉIA MONSSÃO
A VIDA DA FAMÍLIA DE ATLETA, POR LUCINÉIA MONSSÃO

Mãe de Isadora Sirigali (AVTB) e João Paulo e esposa de Paulo, procura sempre estar presente

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2017-06-14 às 18:41:29) Na noite de ontem a entrevistada pelo Oberekando foi Lucinéia Monssão, onde a principal abordagem fora sobre a verdadeira missão que é, ser mãe de atleta. Com a filha Isadora Sirigali (15), que é uma das craques da Associação de Vôlei de Telêmaco Borba (AVTB), tanto ela, como o esposo Paulo Sirigali, quanto o filho caçulinha, João Paulo Sirigali, de 8 anos, vivem essa rotina, que é compartilhada a seguir.

Uma mãe presente, quando os compromissos do time são próximos, como Castro e Ponta Grossa, onde ela consegue acompanhar. Componente do time Master, disse que desde menina já gostava de Vôlei, Futsal e sempre esteve inclusa nos esportes. “Torço que o treino seja depois das 18 horas”, pois antes disso, ela se atêm ao seu trabalho.

 

ISADORA

Sempre bem humorada e atenciosa com o trabalho do site Oberekando, Isadora ao ser perguntada da altura, assim respondeu: “Desde sempre mais alta que os outros, a maior da sala. A gente acostuma!”. Antes do vôlei, ela praticou, logo com três anos, Ballet, perdurando até o final dos seis, quando entrou o Vôlei em sua história! Mais um talento descoberto pelo professor Neri.

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Isa, como é mais chamada, tem tido o privilégio de ser pré-selecionada para compor a Seleção Paranaense, sob responsabilidade da Federação. Dessas, em 2015, ela passou da seletiva na Infantil 01 e disputou o Brasileiro de Seleções em Saquarema, no Rio. Mais duas vezes ela passou na peneira, no entanto, não foi possível compor a seleção: A segunda seletiva foi em 2016 na Infanto-juvenil 00, e pela terceira vez, também Infanto-juvenil, 01. Ao responder da importância de sua caminhada no Vôlei, disse que é importante ver seu trabalho reconhecido.

O fato de poder contar com a mãe, sempre que possível, em sua atuação como atleta, a faz ver pelas meninas da República, que estão longe, raramente vão pra casa e da mesma forma, as mães conseguem acompanhar in loco, “e acaba que minha mãe vira mãe de todo mundo, não é!”, exclamou, com carinho.

Lucinéia também nesse sentido, se mostra feliz em ser chamada, ora de mãe e ora de tia pelas atletas, meninas e meninos da AVTB. Primeiro ela vê como uma questão de respeito por parte deles, e também, se fosse a filha dela em lugar distante, ficaria feliz em saber que Isa recebera suporte lá fora. Nesse momento, ela lembrou da mãe de atleta, Katia Bulara, cujas filhas viajaram juntas para o Rio de Janeiro: “Ela mandava mensagem toda hora dizendo ‘A Isadora está bem! A Isadora está bem!’. É uma segurança total para nós que não pudemos ir”.   Ainda nesse sentido ela disse: “Quando as mães de fora veem que as mães daqui cuidam das meninas, gostam das meninas, gostam dos meninos, eu acho que é uma segurança a mais a elas que estão tão longe.”

 

ROTINAS DE VIAGENS E NAMORO

O deixar os filhos viajarem é uma questão mais de confiança. A primeira vez que a Isadora foi a uma partida, fora da cidade, ela tinha 11 anos. “O meu pai e minha mãe estão confiando em mim, e eu tenho que retribuir essa confiança’: é o que eu e Paulo sempre conversamos aqui com ela”.

João Paulo, treinando com o professor Neri pelas manhãs e a tarde com professor Aldori, está indo nos passos da irmã craque. Claro que no Vôlei, que com toda razão de ser, é o esporte preferido dele!

NAMORO: A resposta foi “assustador”, quando perguntada como é ver sua filha estar namorando, no sentido da afirmação que esperava que ela começasse a namorar mais tarde. Gustavo Magan, também da AVTB foi quem fisgou o coração dela (Isa).  “A gente não manda nisso e a gente cria os filhos pro mundo. Quando a Isadora ficou com Gustavo pela primeira vez ela contou, e ai eu falei pra ela: ‘fala pro seu pai!’”. Lucinéia elogiou a ambos, os vendo muito responsáveis. Gustavo, claro, como se esperava, fez o que manda o figurino, e veio na época, falar com o pai de Isa sobre o namoro, e pedir a autorização. Atitude essa que fora de orgulho pra mãe Eliane, que mora em Umuarama.

 

GRATIDÃO À AVTB

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“A Maria mãe faz o que pode pela turma, o João Victor é o suporte espiritual e o Aldori é aquele que dá o sangue pela galera. Se um dia ele falar que não quer mais tocar à frente este trabalho, o projeto AVTB acaba”.  Lembrados também os professores Ovídeo Junior e Neri Mangoni.

Assista a entrevista abaixo, na íntegra:

 

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