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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


DENGUE: TELÊMACO BORBA VIVE RISCO EMINENTE
DENGUE: TELÊMACO BORBA VIVE RISCO EMINENTE

SOMENTE EM ABRIL SÃO DOIS CASOS CONFIRMADOS E DEZESSETE SUSPEITOS QUE ESTÃO SENDO ACOMPANHADOS

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28-04-2015 às 21:07:15) Um sério alerta está sendo feito, seja pelos meios de comunicação, e também via lideranças religiosas, quanto ao maior cuidado possível em Telêmaco Borba, devido à proliferação de focos do mosquito da dengue.

“Estamos pedindo alerta da população pelo risco eminente. Registramos vários casos suspeitos e de pessoas que vieram de outras cidades”, alertou Kátia Cristiane de Almeida Alves, que é enfermeira da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde. Um grande implicador é que uma pessoa que esteja infectada com o vírus contamina um mosquito justamente quando tem seu sangue sugado pelo inseto.

Os cuidados do setor que Kátia responde, especificamente neste momento de alerta, são, sobretudo efetivados, quando a pessoa está com febre e dois outros sintomas que tiveram do médico a suspeita de que seja dengue. A partir daí ela já entra na lista de acompanhamento sistemático, até que seja positivada ou não, que contraiu o vírus.

“Nossa maior preocupação e pedido, é que cada um faça a sua parte, e que elimine os focos de criadouros em suas propriedades”, disse. Ela ainda citou situações que comumente são mais simples do que o tão divulgado pneu ou vazo com água parada, que também, óbvio, merecem cuidados, mas o papel de doce jogado pela criança e deixado na chuva, os brinquedos no quintal, e objetos carregados muitas vezes por animais de estimação para dentro das casas, e que podem estar contaminados.

PRIMEIRAS AÇÕES
Quando há um local suspeito da existência de criadouro do mosquito Aedes aegypti, a primeira providência é um trabalho dos agentes das Vigilâncias Epidemiológica e Sanitária, tanto no terreno (residência) como nos quarteirões próximos, onde são procurados casos suspeitos e pedido limpeza imediata.

AGENTES IMPEDIDOS DE FAZER INSPEÇÃO

Casos até difíceis em se conceber vem ocorrendo na Capital do Papel. Na semana passada, por exemplo, segundo relato da equipe Epidemiológica, visitando um caso suspeito, a pessoa não permitiu a entrada da mesma, além de ter agredido os funcionários.

Verceles Cristina Rodrigues Lopes, da Vigilância Sanitária Municipal, está momentaneamente como responsável pela equipe que faz a inspeção, e neste momento, com um alerta a mais pela proliferação do inseto em maior número. “Precisamos que a população entenda que os agentes necessitam entrar para fazer uma inspeção nos quintais e propriedades”. Não são raras as vezes que o morador se antecipa e alega que em sua residência não existe o foco. Ai alerta ela: “Às vezes o morador não consegue enxergar, pois o agente da Vigilância tem olho clínico e técnico para detectar criadouros que os proprietários muitas vezes não conseguirão ver”.

O fato de se proibir uma equipe de inspecionar uma propriedade, num momento de alerta à saúde pública acaba sendo uma grande falta de cidadania, sem dizer de crime, pois o risco que se está correndo de um criadouro do mosquito Aedes aegypti ali estar localizado, - não afetará na pior das hipóteses apenas tal cidadão -, mas sim toda a população, caso ali esteja um foco.

 

 

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