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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


Encontro ex-seminaristas rememora amigos especiais
Encontro ex-seminaristas rememora amigos especiais

Evento em Campo Grande trouxe ex-alunos Redentoristas de Ponta Grossa

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2015-12-01 às 22:21:26) O que se pode ver no Quinto Encontro Internacional dos Ex-seminaristas Redentoristas do Seminário Santíssimo Redentor em Ponta Grossa, local onde hoje funciona o Cefet, foi o congraçamento de pessoas que tiraram o melhor sumo possível do período que estiveram com o sonho de servir a vida religiosa. O fazem com maestria em novos rumos que tomaram.

Pais de família, profissionais liberais, professores, pessoas que tem em seu caráter ilibado sua maior herança do período em que foram estudantes do SSmo Redentor e enfrentaram o frio de Ponta Grossa.

 

FORBECI: “ALEGRIA POR SER EX-SEMINARISTA E PELO PRIMEIRO NETINHO”

29 deles Inauguraram o local, que foi referência dos Campos Gerais. Eles foram os seminaristas que estavam no Seminário Santo Afonso, na cidade da Basílica Nacional, em Aparecida. Entre eles, José Ramos Forbeci. Ele que foi membro fundador de mais três seminários, inclusive um deles nos Estados Unidos, período em que Filosofia e Teologia no país norte-americano eram estudados. No vídeo abaixo, ele comenta como o ter sido seminarista norteou e norteia sua vida. Isso não deixou de ser útil, inclusive em sua vida profissional, quando exercera como delegado de polícia. Num interessante depoimento, ele relata ao Oberekando que ouviu o apelo, em 1953, durante as missõezinhas Redentoristas, quando o padre Moacir perguntava aos presentes: “Quem quer ser salvador de almas para Deus neste Brasil e fora dele?”. Com entusiasmo ele disse: “Eu aceitei!”. Hoje ele vive a vocação dentro de sua família, inclusive com a alegria de ter sempre a presença de seu primeiro neto.  

 

UNESER: “ENCONTROS COMO ESSE SERVEM PARA VOLTAR A CHAMA QUE OS TROUXE À CONGREGAÇÃO”

Também presente ao encontro, o presidente da União Nacional dos Ex-seminaristas Redentoristas, José Roberto Staliano, explicou que a entidade tenta agregar todos os ex-seminaristas que um dia tentaram assimilar a filosofia Redentorista e o carisma de Santo Afonso. Em seu ver, encontros como esse servem para que em todos volte essa chama que os trouxe à Congregação. Quando perguntado se ele vê que o fato de ter sido ex-seminarista faz a diferença nas pessoas, ele respondeu: “Foi lá (no seminário) que eles tiveram os primeiros momentos de formação quando eram crianças ou já jovens, do que é se cristão”.

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Foi no Paraná que foram estudar muitos dos paraguaios. Fato esse que abrilhantou ainda mais a confraternização sul-matogrossense, quando um ônibus lotado dos irmãos Portenhos, veio se unir ao jeito redentorista de ser!

 

TELÊMACO EM CAMPO GRANDE: HÉLIO GERALDO E WANDERLEI GASQUES

Telêmaco Borba esteve presente ao encontro de Campo Grande. Esse que vos escreve, e que foi interno em Ponta Grossa, além de Hélio Geraldo dos Santos e Wanderlei Gasques.

Hélio teve a oportunidade de se reencontrar com, especialmente, dois de seus amigos de turma. Um de Ponta Grossa, que era onde se localizava o seminário, e próximo da Capital do Papel, e um paraguaio. Ele, morando hoje, a trabalho, em Campo Grande, fez uma bonita declaração de amor à sua cidade natal (TB), primeiro não escondendo a saudade, e dizendo que a ama do jeito que ela é, pois assim como para uma mãe, independente dos defeitos dos filhos - seu amor à TB é incondicional.

Gasques, que definitivamente está longe de ser assim conhecido, em detrimento de seu apelido “Corintiano”, exaltou o espírito de tolerância, pelo viver em comunidade, com os defeitos e qualidades das pessoas com os quais convivemos juntos. “Todos aqui (no evento) tem uma formação diferente hoje, mas todos reconhecem que este fator tolerância, adquirido como seminarista a sua época, facilitou muito a vida deles”.

À sua época, Telêmaco era uma cidade com muitos seminaristas. Dentre os padres desta cidade estão Angelo Schemberger, Jaime Figueiredo e Roque Sutil, dentre outros. Os dois primeiros, inclusive, foram diretores dos alunos “maiores” do seminário. Para efeito de controle e acomodações, havia a divisão em Ponta Grossa, dos Menores e Maiores, sendo levados em consideração para isso, o grau de estudo e a idade.

Na foto abaixo, padre Agenor, que fora da época deste jornalista que aqui escreve, e também um incessante ex-seminarista que foi um dos pilares para que esse encontro em Campo Grande acontecesse.

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