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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


Vacinação HPV: agora para crianças a partir dos 9
Vacinação HPV: agora para crianças a partir dos 9

Telêmaco intensifica a ação, que está ativa em todas as unidades de Saúde

Fonte –PMTB / www.blog.saude.gov.br

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A Secretaria Municipal de Saúde de Telêmaco Borba, por recomendação do Ministério da Saúde, está intensificando, desde o início deste mês de março, a vacinação contra o HPV - o Papiloma Vírus Humano.

Desta feita o trabalho foi ampliado, as crianças a partir dos 9 anos até os 11 anos devem receber a vacina.

De acordo com a enfermeira Kátia Cristiane de Almeida Alves da Vigilância Epidemiológica, no ano passado foram vacinadas adolescentes com idade entre 11 a 13 anos, perfazendo o total de 1228 meninas.

"Este ano este a população alvo foi ampliada, as meninas a partir de 9 anos de idade deverão receber a primeira dose, aumentando nossa cobertura e proteção contra o HPV", explica Kátia.

A vacina para completar corretamente o seu ciclo, deve ser aplicada em três etapas. Sendo a primeira dose, a segunda 6 meses depois e após 5 anos a terceira e última dose.

 

VACINA EM TODOS OS POSTOS

Cada Unidade de Saúde de Telêmaco Borba, conhecidas como posto de saúde, no total 16, visitará as escolas do bairro para imunizar as crianças.

"Caso a mãe queira levar a filha até a UBS do bairro e acompanhar a criança pode fazê-la. Lembrando que não há contraindicação", complementa a enfermeira.

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE RECOMENDA

A expectativa do Ministério da Saúde é a de vacinar 4,94 milhões de meninas em 2015. Junto com o grupo de adolescentes de 11 a 13 anos vacinadas no ano passado, essa pode ser a primeira geração praticamente livre do risco de morrer do câncer do colo do útero. A meta é vacinar, em parceria com as secretarias estaduais e municipais da saúde, 80% do público-alvo.

A novidade para este ano é a inclusão de 33,5 mil mulheres de 9 a 26 anos que vivem com HIV. Mais suscetível a complicações decorrentes do HPV, esse público tem probabilidade cinco vezes maior de desenvolver câncer no colo do útero do que a população em geral.

A inclusão do grupo como prioritário para a prevenção segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Comitê Técnico Assessor de Imunizações (CTAI) do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em conformidade com o Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais.

ESQUEMA VACINAL – Para receber a dose, basta apresentar o cartão de vacinação e o documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção. A segunda deve ser tomada seis meses depois, e a terceira, cinco anos após a primeira dose. A partir de 2016, serão vacinadas as meninas de 9 anos.

As meninas de 11 a 13 anos que só tomaram a primeira dose no ano passado também podem aproveitar a oportunidade de se prevenir e procurar um posto de saúde ou falar com a coordenação da escola para dar prosseguimento ao esquema vacinal. Isso também vale para as meninas que tomaram a primeira dose aos 13 anos e já completaram 14. É importante ressaltar que a proteção só é garantida com a aplicação das três doses.

 

CÂNCER DO COLO DO ÚTERO – O câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil, atrás apenas do de mama e de brônquios e pulmões. O número de mortes por câncer do colo do útero no país aumentou 28,6% em 10 anos, passando de 4.091 óbitos, em 2002, para 5.264, em 2012, de acordo com o Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, publicação do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. No entanto, a imunização não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos.

 

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