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AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS


CURITIBA: 21º Regional discute cirurgias eletivas
CURITIBA: 21º Regional discute cirurgias eletivas

Amatuzzi  se reúne com Hospital Dr. Feitosa na quinta

O diretor da 21º Regional de Saúde de Telêmaco Borba, Roberto Amatuzzi Franco, está em Curitiba no dia de hoje, onde leva em sua pauta, a questão das cirurgias eletivas, algo que em Telêmaco Borba, o número fartamente divulgado, são de cerca de três mil, em espera.

A definição mais comum para o termo eletiva, neste caso, pode ser aquela em que se consegue escolher a melhor data para se realizar o procedimento cirúrgico. Geralmente ela é realizada após diversos exames, que são feitos para obter as melhores condições de saúde de saúde do paciente.

Um certo alvoroço, compreensivo, surgiu em toda a região nos últimos dias, após a divulgação do mutirão para três mil dessas, na 3º Regional que compreende Ponta Grossa.

ESTADO FEZ, FEDERAÇÃO NÃO PAGOU

Na verdade, segundo Amatuzzi, o abrupto corte pelo Governo Federal, de 11 bilhões e 744 milhões de reais na Saúde, deixou a todos os secretários estaduais desarmados. “Isso foi um desfinanciamento. Dos 70% das ações do setor que tinham há 20 anos atrás o custeio pela federação, hoje são em torno de 40%. Isso dificulta as ações junto à população. O total do corte feito, representa quatro vezes o orçamento anual do Paraná na Saúde, que é de quatro bilhões”.

No ano passado, informou ele, o Estado contemplou na integralidade o que foi acertado com o Governo Federal no tocante às eletivas, mas foi recebido apenas 40% dos recursos. O débito de Brasília para com os paranaenses hoje, na Saúde, é de 540 milhões em portarias baixadas: “Isso reflete na habilitação do Samu, nas unidades do Caps (como em Ortigueira) além das campanhas das cirurgias eletivas”.

PARCERIA COM HOSPITAL DR. FEITOSA

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Na quinta-feira (18), o diretor da 21º terá uma reunião com a direção do Instituto Dr. Feitosa, e a parceria para que realização das cirurgias eletivas estará como pauta principal. Ele acredita que até no mês de julho essa questão deva estar concretizada.

O relacionamento do Hospital Dr. Feitosa com o Estado se dá de forma muito efetiva sobretudo no atendimento da Rede Urgência e Emergência pelo HospiSus e também como pela referência no Mãe Paranaense. Ao referir-se a essa instituição, falou Roberto: “trata-se de um equipamento social de mais de 50 anos e um grande parceiro do Estado. Desde 2011 estamos procurando diálogo e políticas que fortaleçam ainda mais essa parceria”.

Durante sua fala ao Oberekando. Roberto enalteceu também o esforço da Secretaria Municipal de Saúde em todo esse processo, e mais que a cooperação da mesma, colocou entender que essa já tanto se sobrecarrega em obrigações do setor.

 

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