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Gilberto Stremel relembra eleição de 1982
Gilberto Stremel relembra eleição de 1982

Sumiço de urnas, perda nebulosa por 11 votos e um novembro que ficará na história da cidade

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2016-02-17 às 21:45:20) Tendo nascido em 28 de abril de 1947 na vizinha Ponta Grossa, e chego a Telêmaco Borba aos 26 anos, já com três filhos, e com sua esposa Sirlene de Meira Stremel, foi aqui que o professor Gilberto Stremel teve sua filha caçula. Palmeirense incondicional, tem na agremiação alviverde um quesito que também tanto o aproxima das pessoas, além do principal: um carisma e competência, já conhecidos. Foi ele quem viveu uma das histórias mais amargas e pitorescas da política de Telêmaco. Na época das células de papel, e da contagem manual, além da transmissão voto a voto pelos microfones da Rádio Monte Alegre e nos alto-falantes do local de apuração e sobretudo na lendária casa paroquial: Gilberto viveu o famoso “ganhou mais não levou”. Sumiram-se as urnas quando ele estava com apenas 11 votos atrás do então vencedor, Tranquilino Guimarães Viana. As urnas, duas delas, após encontradas, se diz davam tranquilamente a vitória ao então candidato derrotado, até devido ao prazo perdido pela assessoria jurídica da campanha, para se recorrer.

Quanto à decisão de tornar-se telêmacoborbense de adoção, informou, convicto: “Viemos com a mudança no caminhão e não para uma aventura”. Uma extensa confiança ele teve, especialmente do prefeito Carlos Hugo. Não fora diferente antes com Dr. Dinizar, e também por parte de Eros Danilo.

Ele, que após ter se filiado em 1981 no MDB, e permanecer todo esse tempo na legenda, já mudada de nome para PMDB, vem para o PSD. Perguntado se colocaria seu nome à disposição, para disputa seja majoritária ou ao Legislativo, lembrou que o partido tem pessoas de grande relevância como filiados. De forma mais incisiva perguntado: respondeu que sim! Quanto a ventilação de seu nome, por lideranças, confessou que vê com bons olhos, apesar do tempo ter se passado. “Acreditamos que temos ainda muito a contribuir para que Telêmaco Borba tenha esse cenário positivo: Temos muito a acrescentar!”. Ele disse cauteloso por saber que o momento é propício para tão somente sondagens de nomes.

Quando se citou liderança política, defendeu o reforço para que este município tenha nomes que sejam lideranças regionais, até pelo potencial de população que se aglomera em torno da capital do Papel.

 

CARGOS QUE JÁ EXERCEU:

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Pelo Município: Sua carreira profissional teve início em Telêmaco Borba no dia 02 de agosto de 1973. Como já conhecia aos 26 anos de idade, vindo de Ponta Grossa, e logo assumiu suas aulas como professor de Geografia. Quase dois anos após, recebeu o convite do prefeito da época, Dr. Dinizar Ribas de Carvalho, para assumir a Divisão de Tributação e Controle. Ainda neste governo, foi chefiou a Divisão de Cultura e Recreação. Após, pelo prefeito Carlos Hugo Wolff Von Graffen, foi chamado para a Divisão de Serviço Social, que estava vinculada ao Departamento de Educação, Cultura e Assistência Social, da época. “Por ter perdida a titular, ele pediu que eu assumisse o Departamento, por cerca ainda de dois anos”. Para a época, ele acredita que fazia o trabalho de quatro secretarias atuais. “Claro que guardadas as proporções da época, inclusive quanto a população”. Foi em outro mandato deste prefeito criada a Ouvidoria Municipal, onde ele foi seu primeiro titular. Ainda nesse mandato, também como secretário de Saúde. No último mandato do prefeito Eros Araújo, ele assumiu a Assessoria de Assuntos Odontológicos, e por cinco meses de terminar a citada gestão, foi secretário de Cultura, Esporte e Recreação.

Pelo Estado: De 2003 a 2010, foi diretor da 21º Regional de Saúde. Antes disso, vice-diretor do Colégio Presidente Vargas e no Manuel Ribas, foi diretor. Sem que na sua época existisse o Núcleo Regional de Educação, foi sim, nesta mesma valia, inspetor estadual de Educação por cinco anos, de T.Borba.

 

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